[hod] Relato AIN 2005ev

Sincronário 13 luas: DALI -1, Mão Espectral Azul da Lua Ressonante do Macaco, Ano Tormenta Cristal Azul.
Gregoriano: 10/01/05ev
Preparações:
Me preparei estruturando como ia ser o ritual, ouvindo músicas trance com levada mais dark, como por exemplo Spectral Skunk – Black Magic (rmx). Estava com sono e fiz então um chá verde para me manter mais desperto. Após beber o chá e terminar de estruturar o ritual, deitei-me no sofá a fim de relaxar e meditar sobre o propósito do ritual. Fiquei deitado ali e ouvi algumas músicas como “Infected Mushroom – Sharling Black Metal” e duas do Psychonaut75: Dominator e The Black Light. Ao ouvir a música do Infected senti uma forte alteração de consciência, o que eu atribuo a uma vez que usei essa música em um ritual de Lua Nova da LHM em que estava sob o efeito da Ayahuasca. Durante esse tempo tive a ideia de explorar Shiva como Mahakala e a Magia Aracnídia de Orryele Defenestrate-Bascule durante essa Lua do Sincronário, pois o kin dessa Lua é Mago Ressonante Branco, ligado à canalização e atemporalidade. Tive a ideia de explorar tb a forma de Shiva como Ardhaneswara, sendo uma figura andrógina q se encaixa como forma-deus para Hod.
Minha ideia era que depois de acabadas essas músicas eu ia começar o ritual, quando começaria a música 23 da playlist: Fluke – Zion, música que faz parte da trilha sonora do Matrix. Infelizmente, o pc começou a dar problema no final da “The Black Light” e então tive que reiniciar umas 2 vezes, passar scandisk, o que tirou um pouco da minha concentração. Depois de resolvido o problema, coloquei “The Black Light” novamente e comecei o ritual quando começou a tocar Zion. No entanto, a playlist tinha mudado e essas músicas passaram a ocupar os nºs 16 e 17 da playlist, que me lembraram dos respectivos arcanos do Tarot que estão relacionados à Invocação da CaoStar.
Incensos: 7 ervas na preparação e sândalo masala no ritual.
Ritual:
Invocação da CaoStar.
Banimento Óctuplo Abreviado e Ritual Básico de Abertura.
P.A.I.N. – PanDaemonAeon, AbraHADabra, IPSOS e N’ATON
A fórmula P.A.I.N. surge a partir de hoje, da ideia de juntar a palavra-chave PanDaemonAeon, que utilizo no “Ritual Satânico do Círculo de Fogo”, e juntá-la à fórmula A.I.N., utilizada nos rituais da LHM. Interessante notar que “pain” em inglês é dor, o que me fez ficar um pouco relutante em criar essa fórmula. Mas então vi que já que esse ritual seria uma exploração sombria, seria interessante explorar isso ritualisticamente. Inclusive relacionei aqui essa “dor” com a palavra Dukkha em sânscrito/pali que Gautama Buddha usa para descrever a nossa situação nesse mundo. Os Vedas também descrevem esse nosso planeta como Dukkhalayam, um lugar de sofrimento. Vi que isso poderia funcionar como uma fórmula para entender a dor, a fim de me auxiliar e auxiliar meus irmãos, gerando assim o que os budistas tântricos chamam de boddhicita, “a mente da iluminação”.
Abri o círculo satânico de fogo traçando com a mão esquerda um círculo ao redor de mim, vibrando a palavra PanDaemonAeon e visualizando as chamas negro-violáceas ascederem na escuridão. A partir daí virei-me p/o oeste e passei a me estimular sexualmentea fim de aumentar a gnosis. Fiz isso enquanto ouvia “Sven Väth – Drifting Like Whales In the Darkness” e ao terminar o som, sentei-me no centro do círculo para meditar. Comecei a meditação assumindo a forma-deus de Baphomet e após isso fiz a meditação no Lamen da Loja Belarion e prossegui como de costume completando o A.I.N.
Quando vibrei N’Aton, fiz o caminho da Serpente da Sabedoria pela Árvore da Vida e ao chegar em Kether assumo minha identidade como N’ATON e permaneço perceptivo de tudo ao meu redor (AIN, AIN SOPH e AIN SOPH AUR). Faço a descida pelo caminho conhecido como espada relampejante e me lembro do vajra/dorje do budismo tântrico, fazendo assim o mudra de segurar o vajra com a mão direita e o sino com a mão esquerda. O vajra é a representação de Upaya (meios hábeis) e surge a partir do cetro-raio empunhado pela divindade Indra da cultura védica. Já o ghanta (sino) é a representação de Prajna (Sabedoria). A união de Upaya e Prajna representa a perfeita união tantrika no buddhismo tântrico.
Prossigo até Hod, onde paro a fim de fazer a “Invocação para Azal’ucel”. Resolvi colocar mais algumas músicas a fim de trazer mais inspiração para o ritual e coloquei músicas do Black Funeral, Hexentanz e Psychonaut75, bandas em que participa Michael W.Ford, que escreveu essa invocação. Para por alguns instantes em contemplação e sigo fazendo a “Invocação do Adversário” – “na hora da meia-noite”, desta vez com mais entusiasmo. Paro por uns instantes e decido me estimular ainda mais até o ponto de orgasmo e consumindo o elixir (Alfaísmo).
Permaneço em contemplação fazendo o mudra de força do ninjitsu na altura do chakra frontal e começo a ter vários insights a respeito de Lúcifer, Luciferianismo, Forças Transplutonianas, Satanismo, Licantropia, Bruxaria Sabbática e coisas do tipo.
Fecho o círculo satânico de fogo, faço o ritual básico de fechamento e no meio do banimento óctuplo abreviado, me lembro que não voltei de Hod para Malkuth como de costume. Então após o banimento fiz a visualização voltando para Malkuth e vibrei MA-NIFESTAT-ION visualizando a estrela de 13 pontas, a fim de que estas energias se manifestem na terra.
CaoStar.
AShTarot Cognatus





